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quinta-feira, 9 de abril de 2020

AULA DE ARTE - 3° ANO: PROCESSO CRIATIVO E A EXPRESSÃO ARTÍSTICA

O que torna nós, humanos, seres com alto potencial criativo? Como surge a inspiração para escrever um magnifico poema, ou compor uma melodia, ou até mesmo pintar um quadro que possa ser a melhor expressão do que sentimos? Será mesmo que todas essas manifestações são simplesmente pura “invenção” racional?

O psicólogo Carl Gustav Jung afirma que a escolha do tema ou a inspiração que brota na mente do autor advém de processos inconscientes, são produzidos pela necessidade de criação que é inerente a natureza humana, ou seja, a produção tanto de um sonho e fantasia, quanto de uma obra de arte, fazem parte de um processo criativo que de forma alguma pertencem ao artista ou ao sonhador. 

O material que se apresenta ao individuo advém dos processos autônomos da psique, e desta forma, quando este material surge na consciência o individuo não tem qualquer controle sobre ele, só lhe resta acatar as imagens e expressá-las da melhor forma que ele conseguir. 

Jung já afirmava que não somos nós quem escolhemos os conteúdos, como no caso do tema de uma pintura, ou de uma musica, ou até mesmo a produção de um trabalho acadêmico (monografias, teses e dissertações), mas os conteúdos que nos escolhem. Em todo caso, é através de sua intuição que artista mergulha nas fontes criativas da psique coletiva, e é deste rico mundo que se apresenta a ele que vem a matéria prima de seu trabalho. “Para Jung as fontes da capacidade de criação estão contidas nesse inconsciente impessoal, coletivo, de onde emerge o novo. O artista é levado a imergir no manancial dessas forças criativas que é patrimônio da humanidade e, delas, configurar sua obra” (PERRONE, s/d, p. 5).

Portanto, a obra de arte é vista pela psicologia junguiana como manifestação dos complexos autônomos do inconsciente coletivo, ou seja, os arquétipos, que nada tem haver com os ímpetos pessoais ou complexos pessoais. Os arquétipos representam os impulsos instintivos do homem coletivo, deste modo, quando surge na sociedade uma obra de arte, trata-se antes de uma expressão de conteúdos que repousam nesta camada inconsciente comum a todos os seres humanos. 

Acredito que não é difícil perceber o impacto que sentimentos quando olhamos para uma expressão artística, seja ela um quadro que nos paralisa, ou uma música que nos emociona tão profundamente a ponta de chegarmos a afirmar – “isto expressa o que eu sinto”. Ou até mesmo quando saímos chocados ou maravilhados com as cenas de um filme. É ai, neste ínfimo instante de tempo que nossas vidas parecem se encontrar, se tornam de fato comuns, e todos aqueles que estão a nossa volta parecem compartilhar do mesmo sentimento e sensação. Isso é coletivo, isto é o profundo “toque na alma” que só o artista consegue trazer a tona. 

“Este é o segredo da ação da arte. O processo criativo consiste (até onde nos é dado segui-lo) numa ativação inconsciente do arquétipo e numa elaboração e formalização na obra acabada. De certo modo a formação da imagem primordial é uma transcrição para a linguagem do presente pelo artista, dando a cada um a possibilidade de encontrar o acesso às fontes mais profundas da vida que, de outro modo, lhe seria negado”. (JUNG, 2011, p. 83) 

A arte também possui suas manifestações em quem é escolhido para manifestá-la. O espírito criativo no artista é visto como um instinto inato que o impele a criar e a produzir, como uma espécie de fome avassaladora que precisa ser satisfeita. Deste modo, a produção da obra de arte não possui um vínculo com a história de vida ou a personalidade do artista, a função deste é simplesmente dar forma aos conteúdos, inserindo-os na sociedade, o que faz com estes conteúdos recebam uma construção racional e modelada por um contexto social. 

“[…] a psicologia do artista constitui um assunto coletivo e não pessoal. Isto porque a arte, nele, é inata como um instinto que dele se apodera, fazendo-o seu instrumento. Em última instância, o que nele quer não é ele mesmo enquanto homem pessoal, mas a obra de arte. Enquanto pessoa, tem seus humores, caprichos e metas egoístas; mas enquanto artista ele é, no mais alto sentido, “homem”, e homem coletivo, portador e plasmador da alma inconsciente e ativa da humanidade”. (JUNG, 2011, p. 104) 

Visto que, a produção artística é considerada na psicologia analítica como manifestação da realidade psíquica, e esta realidade possui o caráter do inefável, contendo as mesmas características de um objeto sagrado, a expressão artística também é vista de certa forma, como religiosa e sagrada. Assim, deve ser acolhida da mesma forma que um objeto religioso. 

Muitas vezes as expressões que não apresentam uma temática explicitamente religiosa possuem como pano de fundo, um conteúdo extremamente religioso. Seja qual for a forma assumida pela produção artística, ela sempre se articula em uma cultura, e suas interpretações partem sempre de uma identificação simbólica como tentativa de compreensão. A articulação da expressão artística só pode se dar na cultura, assim como, não pode haver religião sem cultura, pois elas estão intrinsecamente ligadas e dependentes. As manifestações de uma são moldadas pela outra, a cultura também é estruturada de acordo com os preceitos religiosos juntamente com os impulsos do inconsciente coletivo. Assim também ocorre na arte, pois, embora os conteúdos sejam de uma realidade transcendente e divina, a forma precisa se adequar aos limites físicos e aos materiais utilizados. 

“Tudo o que se quer dizer sobre esse ‘sagrado’ deve ser [será dito] em categorias racionais, portanto culturais. Aí, já se trata de outro momento, que é o momento hermenêutico, o momento do desdobramento da experiência nas fraldas da respectiva cultura de um povo. Usa-se aí de analogias, metáforas, símbolos, etc., que são, no seu conjunto, espécies de gênero da linguagem da experiência religiosa”. (RAIMER 2010, p.4) 

Embora o contexto da época também seja importante, a arte não tem data de validade, sua expressão simplesmente atravessa a linha do tempo, ela manifesta tanto o hoje, como o que está por vir, e sempre estará a frente de qualquer interpretação ou racionalização. Deste modo, Jung defende a necessidade uma atitude simbólica por parte de quem observa, ou seja, não devemos desconsiderar nada do que é apresentado, e não temos o direito julgar o conteúdo. 

É nítida a importância que Jung atribui a questão de observarmos a imagem, seja uma pintura, escultura ou até mesmo na música, onde muitas vezes evocam nossas lembranças ou até mesmo cenas que simplesmente surgem em nossa mente. Seja qual for a forma de manifestação, sempre teremos uma imagem sobre o fato, e esta imagem por si só já se mostra do jeito que tem que ser, cumprindo muitas vezes o papel que lhe cabe, ou seja, enquanto arte e nada mais. 

“Por sobre todo o processo, paira uma precognição obscura, não só daquilo que vai tomando forma, mas também de sua significação. A imagem e a significação são idênticas, e à medida que a primeira assume contornos definidos, a segunda se torna mais clara. A forma assim adquirida, a rigor, não precisa de interpretação, pois ela própria descreve o seu sentido”. (JUNG 2011, p.152) 

Como diria um sábio professor meu – “A arte só pode servir a ela mesma, pois de outra forma, ela deixaria de ser arte.

Por: Bruno Portela 


Referências: 

- PERRONE, Maria Paula. A Imaginação Criadora: Jung e Bachelard. 

- JUNG, Carl Gustav. A natureza da psique. O.C. vol. 8/2. Petrópolis, Rio de Janeiro. Vozes, 4° edição. 2011 

- JUNG, Carl Gustav. O Espírito na Arte e Na Ciência. O.C. vol. 15. Petrópolis, Rio de Janeiro. Vozes, 4° edição. 2011 

- REIMER, Haroldo. O Sagrado em Rufold Otto. Pontifícia Universidade Católica de Goiás. Programa de Pós Graduação em História. 2010 

Fonte: https://www.psicologiamsn.com/2012/02/processo-criativo-e-expressao-artistica.html


AULA REFERENTE AO  PERÍODO: 09 A 13 DE ABRIL
Deverá fazer a leitura do texto para atividade posterior

ATIVIDADE 3º ANO FÍSICA

RESUMO E LISTA DE EXERCÍCIOS SOBRE LEI DE COULOMB




SEGUE O LINK DA ATIVIDADE:


https://drive.google.com/file/d/1DvWTEtlOye1c0xH1wYldBMtoRTSH3Q2u/view?usp=sharing



ENTREGAR ATÉ O DIA: 15/04/2020 PARA O E-MAIL : karenfisica352@gmail.com

quarta-feira, 8 de abril de 2020

EDUCAÇÃO FÍSICA 3º ANO


ATIVIDADES DE EDUCAÇÃO FÍSICA -   PERIODO - 06 A 10 DE ABRIL
TURMAS  3º ANO

ATIVIDADES  DEVEM SER ENTREGUES ATE O DIA 20/04 

REF: Ao conteúdo: 9. - Esporte de rede/  10.  -Voleibol regras e jogo


Atividade: Sabendo que: o conceito de Esporte é diferente do conceito Jogo e, de acordo com as  informações  explicitadas no vídeo Esportes na BNCC Educação Física, descreva:

9.1-   Quais são as características que definem o Esporte.
9.2-   Como são classificados os  Esportes
9.3-   Cite exemplos de  esportes de  rede.
9.4 -  Pesquise sobre  as  regras do voleibol  e cite  10 regras
 
REF:  Ao conteúdo 11. - Peteca


Atividade : De acordo com o vídeo  Peteca # historia da Peteca. Responda :

11.1 -   Qual  a origem da Peteca?
11.2 -   Qual o principal objetivo da Peteca , em sua origem?
11.3 -   Quando e Onde a Peteca evoluiu para PETECA COMO ESPORTE?
11.4 -   Após a leitura do  texto  Benefícios de se jogar peteca para a saúde”  cite quais são os benefícios proporcionados pela prática.







TEXTO

Os benefícios de se jogar peteca para a saúde
Sabe-se bem que a prática de atividades esportivas aeróbicas como a peteca oferece múltiplos benefícios para a saúde e ajuda a promover a longevidade. Nesse post vamos conhecer alguns dos benefícios da peteca para a saúde.
Sabe-se que praticar atividades físicas similares a peteca até obter um aumento da frequência cardíaca, regularmente na meia-idade, reduz o risco de morte em cerca de 23% nos 20 anos subsequentes e causa uma melhora da longevidade em pelo menos 2 anos. Os melhores benefícios para a saúde são alcançados ao jogar peteca por pelo menos 30 minutos por dia após o aquecimento adequado, o que é necessários para se prevenir dores e lesões.
Um dos principais benefícios para a saúde é a redução do colesterol ruim e o aumento do colesterol bom com o jogo regular de peteca. Em nosso corpo, colesterol total, triglicerídeos, lipoproteínas de baixa densidade (LDL) e lipoproteínas de baixa densidade (VLDL) são colesteróis ruins. Lipoproteínas de alta densidade (HDL) é o único colesterol bom.
Jogar peteca regularmente aumenta os níveis de colesterol HDL bom enquanto diminui os níveis de colesterol ruim. Como os colesteróis ruins diminuem o tamanho dos vasos sanguíneos, que promovem ataques cardíacos e derrames, a redução de seus níveis se traduz em múltiplos benefícios para a saúde para o indivíduo praticante da peteca.
Jogar peteca em condições regulares pode ter efeitos positivos em indivíduos hipertensos. Pode ajudá-los a afastar sua hipertensão sem medicamentos e, mesmo que ainda sejam necessários, podem ajudar a reduzir sua quantidade.
Outro benefício para a saúde de se jogar peteca regularmente é a proteção contra doenças cardíacas, especialmente ataques cardíacos. Jogar peteca condiciona e fortalece o músculo cardíaco, além de reduzir a hipertensão e evitar a obstrução dos vasos sanguíneos, como já vimos anteriormente.
Mesmo pessoas que sofrem de doenças cardíacas pré-existentes podem se beneficiar do jogo de peteca, obviamente sempre respeitando seus níveis de resistência e com acompanhamento médico.
A osteoporose, que é a diminuição da densidade do osso ou a perda de massa óssea, que ocorre principalmente nos idosos e nas mulheres após a menopausa. Indivíduos com osteoporose podem sofrer fraturas facilmente devido à redução da força óssea para suportar estresses e lesões.
A osteoporose pode ser prevenida ou adiada com a pratica regular do jogo de peteca, uma vez que a atividade física é um fator importante na prevenção da osteoporose, independentemente da idade e do sexo do indivíduo. Jogar peteca promove a atividade das células formadoras de osso e ajuda na assimilação do cálcio na matriz óssea, fortalecendo-a.
Jogar peteca regularmente ajuda pessoas obesas a reduzir seu peso e a obter o melhor peso para a sua altura e idade. Este efeito é devido ao excesso de calorias queimadas durante o jogo de peteca, evitando o acúmulo de gordura e o aumento do peso do indivíduo.
Além disso, os depósitos de gordura existentes também são mobilizados para produzir energia enquanto se joga peteca. Porém, para que haja perda de peso de forma saudável, a prática da peteca deve ser combinada com a modificação da dieta.
Adicionalmente, podemos incluir potenciais benefícios do jogo de peteca regular, como redução da incidência de cânceres, tal como câncer do intestino grosso e câncer de mama.
Finalmente, jogar peteca mantém você bem, forte, motivado, entusiasmado e jovem. Isso ajuda a evitar a depressão, a ansiedade, o estresse e aumenta a autoestima. Também ajuda a desfrutar de um sono melhor durante a noite, minimizando assim a incidência de doenças pré-existentes que possam ser agravadas devido à falta de sono.


ATIVIDADE DE ESPANHOL 3º ANO



ATIVIDADE DE ESPANHOL 3º ANO

Segue o link da atividade:


https://drive.google.com/file/d/18p1JkeXuwX5jpQl7JuWtsfxP8SnHsQoq/view?usp=sharing


Entregar até o dia: 15/04/2020 para o e-mail: paulorob.nascimento@hotmail.com.






Bons Estudos!!

terça-feira, 7 de abril de 2020

ATIVIDADE DE QUÍMICA_3ª SÉRIE


DISCIPLINA
Química
PERÍODO
06/04 à 10/04
PROFESSOR
Josiel

SÉRIE
CONTEÚDO
Tipos de cadeia carbônica e fórmula estrutural
ATIVIDADE REALIZADA
Representar as fórmulas estruturais e moleculares dos dois compostos orgânicos em destaque nas imagens.



3º ano Bio: aulas referentes a semana 06/04 a 10/04

Os vídeos a seguir são sobre os assuntos que estão no guia de aprendizagem: Cruzamento-teste e retro- cruzamento, Genealogias ou heredogramas, Ausência de dominância e co- dominância, Alelos letais.
Alunos, assistam aos vídeos e sigam as instruções a seguir:

Cruzamento teste e retrocruzamento  e Cruzamento-teste: diferencie em seu caderno cruzamento-teste de retrocruzamento.

Cruzamento- teste e Heredogramas : copie em seu caderno a aula sobre heredogramas com o significados dos símbolos usados.

Passos para resolver o heredograma: acrescentem as anotações do caderno, os passos para resolver o heredograma citados no vídeo.

Ausência de dominância: copie no caderno os tipos de ausência de dominância diferenciando-os. Se quiser escreva exemplos.

Alelos letais: faça anotações sobre a aula.


AS ANOTAÇÕES NO CADERNO DEVEM SER ENCAMINHADAS VIA EMAIL. TIREM UMA FOTO  COM BOA ILUMINAÇÃO E FOCO. NA VOLTA AS AULAS PASSAREI O VISTO NOS CADERNOS. 


PRAZO: 14/04/2020


FIQUEM EM CASA! MAROCO VOCÊS E TEM GENTE SAINDO PARA FESTA NA QUARENTENA! VOU PENALIZAR ALUNOS QUE SAEM NA QUARENTENA SEM NECESSIDADE!

segunda-feira, 6 de abril de 2020

AULA TERCEIRÃO REVISÃO: Termos da oração - Profª.: Helayne Araújo


AULA: REVISÃO DOS TERMOS ESSENCIAIS DA ORAÇÃO – SUJEITO E PREDICADO – TERCEIRÃO – PROFª.: Helayne Araújo
Referente a semana 06/04 a 10/04/2020

Sujeito
A concepção de sujeito é uma das mais importantes, visto que se trata de um termo essencial ao se declarar algo. Entre as características do sujeito, destacam-se:
  • Será sempre um substantivo ou um termo substantivado;
  • Geralmente, ocupará a primeira posição na ordem sujeito + verbo + complemento;
  • Nunca virá preposicionado, ou seja, acompanhado de uma preposição. Além disso, pode ser substituído por um pronome do caso reto ou demonstrativo.
As características apresentadas acima são de ordem sintática, isto é, não definem o sujeito de uma sentença pelo aspecto semântico que possui. De forma geral, porém, pode-se afirmar que o sujeito é um termo que exprime algo relacionado a um ser sobre o qual se fala.
  • O garçom serviu a mesa rapidamente no restaurante.
  • A branca neve cai em abundância no topo dos Alpes.
  • Eu estudei muito para a prova de amanhã.
  • Ninguém reparou na reforma do edifício.
  • Terrível palavra é um não.
Uma ótima forma de saber quem ou o quê consiste no sujeito de uma oração é justamente perguntar isso ao verbo. Por exemplo: quem serviu a mesa? O garçom; o que/quem caiu? A neve.
É importante salientar que o sujeito não precisa vir na ordem direta, ou seja, ser o primeiro elemento de uma sentença. Além disso, como veremos a seguir, existem orações que não possuem um sujeito sintaticamente expresso.

Núcleo do sujeito
O núcleo do sujeito, em termos semânticos, é aquele que possui a maior importância entre os elementos que se relacionam a ele. Em termos sintáticos, o núcleo do sujeito é apenas determinado por outras palavras, mas não determina nenhuma na sentença. Veja os exemplos abaixo:
  • garçom serviu a mesa rapidamente no restaurante.
  • A branca neve cai em abundância no topo dos Alpes.
Vamos verificar o núcleo do sujeito. Na primeira sentença, poderíamos escrever que o sujeito é um garçomaquele garçom e diversas outras formas, certo? Assim, o único elemento que se manteve inalterado foi apenas o substantivo garçom.
Já na segunda sentença, branca é apenas um adjunto adnominal que determina o núcleo do sujeito. Em outro contexto, poderíamos utilizar outro adjetivo para caracterizar o substantivo neve, como a gélida nevea alva neve, entre outros.
Em linhas gerais, o núcleo do sujeito pode ser: a) um pronome pessoal; b) um substantivo; ou c) qualquer equivalente de um substantivo.

Tipos de sujeito
Classificação dos tipos de sujeitos possíveis em uma oração.
O sujeito de uma oração pode aparecer de diversas formas ou até mesmo não estar explícito em uma sentença. Há o sujeito simples, o sujeito composto, o sujeito oculto, o sujeito indeterminado e o sujeito inexistente. Abaixo você poderá conferir as particularidades de cada um deles.

Sujeito simples: quando o sujeito é expresso por apenas um núcleo na oração.
  • Eu estudarei muito no fim de semana.
  • Ambos foram à festa ontem.
Sujeito composto: quando o sujeito é expresso por mais de um núcleo na oração.
  • Meu pai e minha mãe viajaram muito durante a juventude.
  • Eu e meus amigos chegamos tarde em casa.
Sujeito oculto ou desinencial: nem sempre há necessidade de explicitar o sujeito de uma oração, pois ele está implícito ou na desinência verbal ou pelo contexto elaborado.
  • Fui à casa de meus pais no fim de semana.
(o verbo fui já indica o pronome eu)
  • Meus amigos foram embora. Estavam felizes após a festa.
(o verbo estavam indica o pronome eles que, por sua vez, relaciona-se a meus amigos)
É importante salientar que, caso não houvesse o contexto sugerido no segundo exemplo, a oração passaria a conter um sujeito indeterminado. Veja mais detalhes abaixo.

Sujeito indeterminado: ocorre em situações nas quais o autor da ação existe, mas ele não aparece expresso na oração e não há elementos sintáticos que permitam sua plena identificação. Esse caso ocorre, essencialmente, em três contextos: a) verbos na terceira pessoa do singular + partícula indeterminadora se; verbos na terceira pessoa do plural sem referência; e verbos no infinitivo pessoal. Veja os exemplos.
  • Contrata-se novos funcionários.
  • Elevaram o preço do combustível ontem.
  • Permitir a entrada de animais é inaceitável.
Em todos os exemplos acima, não é possível identificar quem é o sujeito da oração, apesar de haver um. Quem contrata? Quem eleva os preços? Quem permitiria? Não é possível responder essas perguntas, pois não há um sujeito sintaticamente expresso na oração.

Sujeito inexistente: se nas orações com sujeito indeterminado, o sujeito existe só não é passível de identificação plena; nas orações com sujeito inexistente, o sujeito é completamente ausente sintaticamente. Esse cenário relaciona-se aos verbos impessoais que indicam passagem de tempo (haver, fazer, ser), existência (haver) e fenômenos da natureza.
  • Choveu muito ontem à noite.
  •  muitos problemas no país.
  • São doze horas.
 Predicado
Após separar o sujeito e seus devidos complementos, o restante denomina-se predicado. Semanticamente, predicado consiste naquilo que se informa a respeito de um sujeito ou, em orações sem sujeito, em uma enunciação qualquer. Confira os exemplos abaixo:
  • Nevou rigorosamente ontem.
  • A escola é muito longe de casa.
  • Você é um encanto.
  • Ele sempre chegava atrasado.
  • Ela adorava participar de campeonatos de hipismo.

Tipos de predicado
Classificação dos tipos de predicado possíveis em uma oração.
Assim como o sujeito, há vários tipos de predicado. A sua definição está relacionada ao elemento central da informação repassada. Em algumas situações pode recair em um nome, ou em um verbo ou ainda em um verbo e um nome simultaneamente. Dessa forma, existem três tipos: a) o predicado nominal; b) o predicado verbal; e o predicado verbo-nominal. Veja mais detalhes sobre cada um deles nos tópicos abaixo.

Predicado nominal: quando a informação do predicado está centrada em um nome (substantivos, adjetivos, locuções adjetivas e afins) ou em um pronome, o predicado é denominado nominal. Esse cenário possui uma particularidade: o verbo que faz a junção entre o sujeito e o predicado não possui uma significação precisa, logo é chamado de verbo de ligação. Nesse sentido, esse tipo de predicado contém o predicativo do sujeito, o qual indica a qualidade ou estado do sujeito.
  • Aquele jogador é um fenômeno do futebol atual.
  • A falta de água permanece constante em nossa cidade.
Nos exemplos, os vocábulos fenômeno e constante relacionam-se diretamente a seus respectivos sujeitos, atribuindo-lhes uma característica.

Predicado verbal: se no predicado nominal o verbo não possui uma significação precisa, no predicado verbal o núcleo de significação está justamente no verbo ou em uma locução verbal.
  • Está nevando muito.
  • Meu pai chegou ontem de viagem.

Predicado verbo-nominal: consiste em um predicado misto, ou seja, há dois núcleos principais: um nominal; outro, verbal. Além disso, nesse tipo de predicado, pode ocorrer o chamado predicativo do objeto, que atribui uma característica a um objeto direto(*) na oração.
  • O rapaz chegou à festa risonho.
  • Ele chegava exausto à universidade todo dia.
  • Ele entregou o carro novo ao comprador.
(novo é uma característica do objeto direto o carro, logo é um predicativo do objeto)
(*) Apenas o verbo chamar admite o predicativo do objeto anexado a um objeto indireto.
Como podemos ver, o sujeito e o predicado possuem diversas particularidades. Basta, porém, atentar-se aos detalhes sintáticos e aos elementos que constituem cada um deles para os reconhecer plenamente. A seguir, você poderá sedimentar o conhecimento adquirido com algumas videoaulas.


Termos Integrantes da Oração
Certos verbos ou nomes presentes numa oração não possuem sentido completo em si mesmos. Sua significação só se completa com a presença de outros termos, chamados integrantes. São eles:
complementos verbais (objeto direto e objeto indireto);
complemento nominal;
agente da passiva.
Complementos Verbais
Completam o sentido de verbos transitivos diretos e transitivos indiretos. São eles:
Objeto Direto
É o termo que completa o sentido do verbo transitivo direto, ligando-se a ele sem o auxílio necessário da preposição.
Por Exemplo:
Abri
 os braços
ao vê-lo.
Objeto Direto
O objeto direto pode ser constituído:
a) Por um substantivo ou expressão substantivada.
Exemplos: O agricultor cultiva a terra./ Unimos o útil ao agradável.
b)  Pelos pronomes oblíquos o, a, os, as, me, te, se, nos, vos.
Exemplos: Espero-o na minha festa. / Ela me ama.
c)  Por qualquer pronome substantivo.
Por Exemplo: O menino que conheci está lá fora.
Atenção:
Em alguns casos, o objeto direto pode vir acompanhado de preposição facultativa. Isso pode ocorrer:
- quando o objeto é um substantivo próprio: Adoremos a Deus.
- quando o objeto é representado por um pronome pessoal oblíquo tônico: Ofenderam a mim, não a ele.
- quando o objeto é representado por um pronome substantivo indefinido: O diretor elogiou a todos.
- para evitar ambiguidade: Venceu ao inimigo o nosso colega.
Obs.: caso o objeto direto não viesse preposicionado, o sentido da oração ficaria ambíguo, pois não poderíamos apontar com precisão o sujeito (o nosso colega).
Saiba que:
Frequentemente,  verbos intransitivos, podem aparecer como verbos transitivos diretos.
Por Exemplo: A criança chorou lágrimas doídas pela perda da mãe.
                                    Objeto Direto

Termos acessórios da oração

Os termos acessórios são aqueles que não são essenciais para a estrutura sintática das orações, mas que ampliam, especificam e intensificam o sentido de outros termos.

Os termos acessórios são aqueles que modificam ou especificam outros termos e que não são essenciais para a estrutura sintática das orações. São eles:
a) Adjunto adnominal – é um termo que possui valor adjetivo e que especifica ou delimita o significado de um substantivo. Ele pode ser expresso por adjetivo, locução adjetiva, artigopronome numeral adjetivo.
·         Adjetivo:
Os políticos corruptos foram presos.
·         Locução adjetiva:
O doce de leite está quente.
·         Artigo definido ou indefinido:
Cessaram as vozes.
·         Pronomes adjetivos possessivos, demonstrativos, indefinidos, interrogativos e relativos:
Alguns livros foram organizados.
·         Numerais adjetivos:
Os dois garotos estavam fascinados.
b) Adjunto adverbial – é um termo de valor adverbial que se associa a um verbo, a um adjetivo ou a outro advérbio, intensificando-lhe o sentido ou denotando alguma circunstância. Ele pode vir representado por advérbio, locução ou expressão adverbial, ou uma oração.
Pela ideia que expressam, os adjuntos adverbiais recebem diferentes classificações que somente em face do texto podem ser exatamente determinadas. No entanto, é importante conhecer algumas delas:
Classificação
Exemplo
Afirmação
Sim, ele certamente virá à reunião.
Dúvida
Antônio talvez passe por aqui no final da tarde.
Meio
Prefiro viajar de avião.
Fim
Estudem bastante para a prova de amanhã!
Condição
Não se vence sem esforço.
Companhia
Gosto de almoçar com a família.
Assunto
Todos conversaram a respeito da viagem.
Concessão
Apesar da chuva, todos compareceram.
Causa
Não falei com ele, por medo das consequências.
Lugar
Moro em uma cidade pequena.
Modo
Os idosos andam devagar.
Instrumento
Cortei o cabelo com a tesoura.
Intensidade
O exame foi extremamente fácil.
Tempo
Voltarei do trabalho às quatro da tarde.
Negação
Não quero mais cantar.
Conformidade
Devemos agir segundo as normas da empresa.
c) Aposto – termo de caráter nominal que se junta a um substantivo, a um pronome, ou a um equivalente a eles, para ampliar, resumir, explicar ou desenvolver o sentido dessas palavras. Ele pode ser:
1) Aposto explicativo:
Monalisa, obra de Leonardo da Vinci, está exposta no Museu do Louvre em Paris.
2) Aposto enumerativo:
A Revolução Francesa defendia três ideais: liberdade, igualdade e fraternidade.
3) Aposto recapitulativo:
Reeducação alimentar, exercícios físicos e determinação, todos esses fatores são essenciais para a perda de peso.
4) Aposto comparativo:
Viajarei para Cancún, paraíso dos deuses.
Atenção!
1) O aposto pode ser representado por uma oração. Veja:
Depressa, tomou uma decisão: conseguiria um novo emprego.
2) Na escrita, o aposto é sempre antecedido de vírgula ou dois-pontos. Os apostos explicativo e comparativo são antecedidos e seguidos de vírgula.

ATIVIDADE: Após a leitura do material, produza um mapa mental sobre os termos da oração (essenciais, integrantes e acessórios) .

INFORMATIVO:

Ponto 1:  Não irei receber as atividades via whatsap e nem por foto do caderno anexadas ao e-mail, pois é extremamente complicado corrigir essas atividades postadas dessa maneira, a visibilidade fica prejudicada das questões e também respostas. Espero que compreendam. Ponto 2: RESPEITEM O PRAZO DE ENTREGA DA ATIVIDADE, por favor! Ponto 3: Qualquer dúvida me chamem no whatsap ou deixem sua mensagem no próprio blogger, existe um espaço para isso reservado após a atividade. ok!? Vamos então as datas:

DATA DE ENTREGA: 12/04/2020  (DOMINGO)
ATIVIDADE POSTADA EM: 06/04/2020 (SEGUNDA - FEIRA)

E-MAIL PARA ENVIO DA ATIVIDADE: helaynenatalia@gmail.com


BEIJINHOS E #ficaemcasa


AULA E ATIVIDADE PROJETO DE VIDA 1º ANO

SEGUE O LINK DA AULA E ATIVIDADE PROJETO DE VIDA 1º ANO: https://drive.google.com/file/d/1treRRXIHZKZzU8cridNdyckqB55Nq-jm/view?usp=sharing ...